SONETO DA MORTE
Oh, morte, quanto é doloroso,
Aceitar em pleno edifício
Em plena força salutar
Vivência para amar!
Oh, morte, quão difícil é crer que virá,
Cedo ou tarde que importará!
Não querer morrer é não saber
Como será o obscuro refúgio!
Oh, morte, para o de idade decrépita,
Com o peso dos dolorosos ossos
Que o tempo desgasta e seca
Bendita e boa é por alívio da dor!
Do moribundo sem ter como
Voltar ao salutar convívio do labor!
Ivone H Sato.
Aceitar em pleno edifício
Em plena força salutar
Vivência para amar!
Oh, morte, quão difícil é crer que virá,
Cedo ou tarde que importará!
Não querer morrer é não saber
Como será o obscuro refúgio!
Oh, morte, para o de idade decrépita,
Com o peso dos dolorosos ossos
Que o tempo desgasta e seca
Bendita e boa é por alívio da dor!
Do moribundo sem ter como
Voltar ao salutar convívio do labor!
Ivone H Sato.